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Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra no programa Dois Dedos de Conversa <br /><br />“Há situações dramáticas”, afirma Jorge Serrote <br /><br />Em plena Queima das Fitas, enquanto a cidade se encontra a viver com os estudantes a festa maior da academia, Jorge Serrote, presidente da Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC) lembrou que o cenário de uma crise académica, semelhante àquela que se precipitou há quarenta anos, com o 17 de Abril de 1969, não está completamente posto de parte caso as reivindicações dos estudantes não sejam ouvidas e o ensino superior continue a ser posto em causa. <br />O presidente da DG-AAC alertou para os graves problemas vividos diariamente por muitos dos estudantes que sentem na pele as debilidades da acção social e do financiamento insuficiente do ensino superior. <br />Jorge Serrote admite que a situação actual está longe de ser a ideal e considera que “a situação de crise veio agudizar a já difícil situação económica das universidades e dos próprios estudantes, obrigando muita gente a desistir dos seus sonhos e a abandonar a universidade por razões económicas”. Contudo, para o dirigente estudantil, “há situações dramáticas, reais, concretas, que não podem acontecer num país onde o Estado deveria garantir o acesso à educação”.